gripes

Que eu me lembre, segunda gripe do ano, aqui. Talvez seja a terceira, mas não tenho certeza. Sempre é ruim, né? Mas dessa vez foi pior. A impressão que eu tenho é que as minhas gripes do passado eram menos intensas, mas, ao mesmo tempo, mais prolongadas. Era aquele clássico: começou a tossir, espirrar e fungar o nariz, daqui a uma semana vai passar. Essas últimas se instauram de maneira mais brutal e se resolvem em menos tempo. Não que esteja totalmente resolvida, diga-se. Ainda estou ruim. Sentindo o corpo quente, a cabeça meio aérea, tossindo muco. Mesmo assim, a impressão que tenho é que amanhã acordarei totalmente normal. A coisa toda começou há dois dias e, no primeiro, foi bem feia. Nunca tinha ficado tão congestionado. Tive dificuldades reais para respirar, mesmo pela boca. Foi bem dramático. Gastei duas caixas de lenço e tive uma noite de sono catastrófica, de talvez uns 15 minutos por hora, no máximo. O segundo dia foi das dores: de cabeça, de garganta, pelo corpo. Gastei um rolo de papel higiênico. Hoje, o terceiro dia, é o mais tranquilo de todos. Estou me sentindo bem o suficiente pra ler e escrever, por exemplo, coisas que na terça eram muito difíceis e, ontem, quase impossíveis. O pior de tudo é que a frente fria que teoricamente jogará as mínimas bem abaixo dos 10 graus aqui em São Paulo deve chegar hoje, nas próximas horas, de modo que amarguei esses dias de febre e prostração com sol e 27 graus lá fora. Só espero não sofrer uma recaída.