epifania física

Um troço que ninguém te fala antes de tu começar a fazer pilates é sobre o quanto é prazeroso aprimorar o controle sobre os movimentos do teu próprio corpo. Pode soar meio besta, mas hoje me peguei achando muito sensacional a sensação de ficar numa perna só e ir flexionando o joelho até quase encostar no chão, depois voltar, lentamente, tudo isso perdendo muito poucas vezes o equilíbrio, sempre recuperando a postura antes de ser necessário apoiar o outro pé no chão. Sempre que me dou conta de que hoje sou capaz de fazer algo que há poucos anos atrás parecia quase uma acrobacia, me arrependo de não ter começado antes a fazer uma atividade física regular que desenvolvesse não apenas força, como também concentração, equilíbrio e flexibilidade. Como melhora demais a vida do cara fazer isso.

bombardeio do core: dia 2

Correu muito bem o segundo dia do Programa Kidids de Manutenção do Core que vem, aos poucos, sofrendo rebranding para se apresentar ao mundo como Bombardeio do Core. Hoje senti que a maromba de ontem havia surtido efeito: doeu a barriguinha do Dido em certos movimentos. Por alguns instantes cheguei a cogitar que não seria capaz de repetir a façanha do primeiro dia. Mas fui. Não só fui como fui melhor (que bom). Hoje meti a brincadeira toda em sete minutos, embora tenha feito intervalos muito menores entre as séries e os exercícios. Nem contei o tempo: senti que dava pra meter nova série, eu metia. Estimo que tenha parado de 10 a 15 segundos entre cada série e talvez uns 20 antes e depois das pranchas. Fiquei muito animadão ao término dessa rotina, o que achei, além de tudo, um dos grandes benefícios perceptíveis logo de cara. Seguimos firmes nesta jornada.

programa de manutenção do core

Dei início hoje aos primeiros testes do Programa Kidids de Manutenção do Core, uma série rápida e simples de exercícios diários pensados para fortalecer os músculos abdominais baseados nos ensinamentos do pilates e da ginástica universal.

Eis o programa inicial:

  • 3 séries de 10 abdominais convencionais
  • 30 segundos de prancha apoiado no cotovelo
  • 3 séries de 10 abdominais oblíquos com as pernas quietas
  • 30 segundos de prancha apoiado nas mãos
  • 40 abdominais oblíquos fazendo bicicleta com as pernas
  • 30 segundos de prancha intercalada entre mãos e cotovelo

Quero repetir uma vez por dia na primeira semana, duas na terceira e três na quarta. Também pretendo ir aumentando o número de repetições e tempo de pranchas conforme for melhorando o condicionamento – bem como reduzindo os tempos de descanso entre as séries e os exercícios.

Nessa primeira tentativa, consegui executar o programa todo em cerca de 10 minutos, com 30 segundos de intervalo entre cada série e troca de exercício – mas certamente dá pra chegar perto de 5 min em 3 ou 4 semanas.

A ideia é manter esse treino por 30 dias e acompanhar a evolução do meu core. Não espero nada menos que músculos de aço e definição de gomos no nível ‘rasgado’.

Manterei este canal alimentado de informações.

a dream #2

Outra experiência única em matéria de sonho acometeu o Dido a noite passada. Um detalhe curioso sobre os sonhos é que na esmagadora maioria deles (beirando a totalidade) a gente não se dá conta que é um sonho enquanto ele se desenrola. Enquanto estamos ali, no olho do furacão, parece que se trata do mundo real, desperto, físico. Mesmo quando experimentei a glória do SONHO LÚCIDO isso jamais aconteceu no começo do sonho. Pelo contrário: quase sempre bem no fim, e quase sempre assim que eu me dava conta de que estava sonhando eu acordava.

Mas tergiverso.

Fato é que neste sonho eu me encontrava num local com luz indireta e piso de madeira, que podia muito bem ser a casa de alguém onde ocorre uma festinha petit comitée como um espaço profissional alugado para fazer um coquetel de lançamento de algum produto ou serviço. Eu encontrava uma menina que eu conheço de redes sociais há alguns anos, e que é amiga de amigos e que, embora tenhamos trocado meia dúzia de mensagens esporádicas ao longo desse tempo, jamais nos encontramos ao vivo nem conversamos.

Ao avistar essa menina, eu sofria o seguinte estalo: “sonhei com ela.”

A partir dessa constatação, meu raciocínio fez algo inédito. A primeira coisa que aconteceu foi que eu comecei a me lembrar do sonho que tive com ela, cujos detalhes agora me escapam totalmente. Em seguida, me aproximei dela e começamos a conversar como se ela também compartilhasse de antemão daquelas informações e sensações. Em outras palavras, como se ela tivesse sonhado o mesmo sonho, soubesse as mesmas coisas. Conversávamos como se aquela não fosse a primeira vez que nos víamos, como se o sonho dentro daquele sonho contasse como um primeiro encontro.

Em algum momento, isso me pareceu estranho, e eu entendi que aquilo que eu estava tomando como realidade também era um sonho.

E foi aí que, como sói ocorrer nesses casos, o Dido se embananou todo na cuca e: despertou de pau duro na cama.

Um estalo de auto-imagem

Não ter sido selecionado para um comercial de celular para o qual prestei teste semana passada me levou à seguinte reflexão: não sou bonito o suficiente para me encaixar na categoria “galãzinho ruivo”, mas também não sou esquisito o bastante para cair no subgênero “ruivo bizarro”, o que diminui substancialmente minhas chances de ser, de fato, selecionado para prostituir minha imagem em favor da venda de produtos e/ou serviços algum dia (muito embora até uns dez anos atrás, bem antes dessa onda da cota tácita para ruivos na publicidade brasileira, eu até que tenha participado de um número considerável de propaganditas por aí).

Nota Fiscal Paulista: friend or foe?

Quando transferi minha carcaça, alma e pertences para a generosa cidade de São Paulo em 2012, imediatamente passei a contribuir com o programa Nota Fiscal Paulista, fornecendo o número do meu CPF ao final das mais variadas transações financeiras, com o objetivo de receber uma merreca a título de renúncia fiscal (acho) em minha conta bancária.

Tenho uma vaga recordação de, no começo, isso ter valido a pena. A cada seis meses que eu entrava no site pra conferir meu saldo tinha algo como 200 reais pra sacar. Nunca chegou a ser nada realmente expressivo, mas já pagava uns super, uns almoços, umas jantas mais caprichadas, algo assim.

Todavia de uns anos pra cá as regras foram mudando de modo a reduzir as vantagens do contribuinte e arrebentar com mais essa alegria do consumidor.

Hoje fui dar um conferes no meu saldo, coisa que não fazia há algum tempo.

Tenho R$ 26,46 para receber, relativos a retornos de impostos em cima de R$ 2102,83 em compras. Isso dá mais ou menos 1,25% de retorno. Em outras palavras, para cada R$ 100 gastos, o governo estadual te devolve R$ 1,25. Na média, claro. Segmentos diferentes retornam percentuais diferentes ao bolso dos amigões. Mesmo assim, não me parece mais valer a pena fornecer um histórico de compras mais ou menos completo ao nosso Geraldo para que ele devolva 1,25% do valor dos meus gastos. Estou considerando abandonar este programa.

Por um lado seria uma decisão quase neutra, posto que 26 reais a cada 2 mil gastos não me parecem um bom motivo para seguir informando o governo sobre o meu perfil de compra e poder aquisitivo. Quer dizer, para receber 2 mil reais na forma de retorno eu teria de gastar mais de 200 mil.

Por outro, dinheiro é dinheiro. Um centavo é dinheiro. Não visto isoladamente, mas no acumulado, ao longo dos anos – de muitos anos.

Hmmm.

That’s what I call a tricky situation.

Vou seguir pensando aqui.

The Hulkidids

Lembrei ontem que, certa feita, elaborei um drink de emergência no carnaval chamado The Hulkidids, batizado com este nome porque resultou: verde.

E resultou verde porque foi elaborado tendo como base o que havia disponível em casa aquela hora: um daqueles excelentes sucos mistos da Suvalan de coloração amarela (manga, laranja e maçã) e Curaçao Blue. Uma pesquisa mais detalhada revelaria mais tarde que também acrescentei gin e amaretto na receita original, mas, pensando aqui, não me parecem muito necessários em nenhum sentido e, inclusive, mal dosados, estou certo de que podem botar tudo a perder.

Hoje conversava com amigos e me dava conta enquanto ia falando de que aquela piscina de Saltos Ornamentais que ficou verde na Olimpíada do Rio talvez estivesse cheia de água amarela. Quer dizer, a água da piscina nunca é azul. A água da piscina é transparente. O que é azul é o azulejinho que tem no fundo. Se a água ficou amarela, combinada com o azul da lajotinha profunda poderia ter resultado em verde.

Todavia enquanto escrevia isso me deu vontade de rever essas imagens e não é uma água verde translúcida o que vemos, e sim um denso lodo verde-oliva, similar a um capote de militar. Ou seja: a água era verde mesmo. Viajei.

Mesmo assim, tendo tudo isso em vista parei uns quinze segundos pra olhar pela janela e pensar: não é mesmo um troço muito doido que exista o conceito de CORES PRIMÁRIAS (e elas são apenas três) que, misturadas, podem dar origem a outras cores novas totalmente diferentes? Eu acho, pelo menos.

micro reviewing #1

Mato sem cachorro: Apesar dos diálogos calamitosamente terríveis na cena do clímax, não é mau filme. Se tivesse sido feito por Hollywood seria a comédia romântica blockbuster daquele ano. Dito isto, claro que segue uma formulinha fácil, que dá uma cara constante de “já vi esse filme antes.” Mesmo assim tem atuações muito decentes, algumas ótimas ideias e boas cenas, com destaque para tudo que envolve a banda do cunhado do protagonista. Classificação: BOA COMÉDIA PARA O SUPERCINE.

Hells Kitchen Brasil: O programa de culinária mais brasileiro em exibição atualmente. É tudo brutalmente tosco: a apresentadora (que não sabe nem português direito, fala tudo errado, é inacreditável), os pratos, os participantes. No episódio que vi eles finalizavam um creme brûlée de chá verde com um origami de papel por cima. Basicamente, as pessoas estão competindo pra ver quem será o melhor cozinheiro de quiosque de praça alimentação de shopping do país. O resultado disso é que mal posso esperar pelo próximo episódio. Classificação: TERRIVELMENTE VICIANTE.

Os Capones: O mesmo velho e cansado formato inaugurado pelos Osbournes e levado à exaustão pelas Kardashians é agora usado para retratar os descendentes semi-diretos de Al Capone, um monte de gordão burro que mantém uma pizzaria nos Estados Unidos. A ideia até parece boa, mas é tudo tão fake e caricato, e os protagonistas e coadjuvantes são tão desprovidos de carisma que não chega a ter a menor graça. Classificação: DECEPCIONANTE PRA CARALHO

Animais Noturnos: Fui ao cinema sem saber absolutamente nada sobre o filme (minto: eu sabia que era dirigido pelo estilista Tom Ford) e saí bastante satisfeito. Pela premissa, parece o pior filme do mundo: ruiva madurona em crise da vida adulta lê o livro de um grande amor do passado. Mas na prática funciona muito bem. O livro do cara é excelente, e a tensão que a personagem experimenta lendo cada página é transferida de forma muito precisa para a telona. Sem contar que o filme é muito, muito bonito, ao mesmo tempo que é muito, muito pesado. Classificação: COMPREI UM CHAPÉU, COLOQUEI O CHAPÉU, TIREI O CHAPÉU

 

a dream #1

Não sei se foi a primeira vez na história que isso aconteceu, mas, certamente foi a primeira vez que aconteceu comigo. Estava sonhando que, durante os preparativos de organização de uma grande festa, fui designado para fazer uma coreografia inspirada em artes marciais envolvendo a montagem de uma pirâmide humana com Tarcísio Meira e Glória Menezes. Ensaiamos apenas uma vez antes da cerimônia em si e, claro, deu tudo errado. Parece que ainda por cima tinha um concurso rolando, a nossa equipe (éramos só nós três) tirou último lugar, o Tarcísio ficou putaço me xingando muito e a Glória nem falava comigo mais. A coisa toda foi tão engraçada que eu comecei a rir no sonho e ri tanto que ME ACORDEI RINDO, o que também despertou Petite, ao meu lado que, por sua vez, também teve um ataque de riso ao me ouvir relatando o que tinha acabado de ocorrer.

D.O.M.

Para inaugurar a seção “rango”, eis uma resenha que fiz para meus amigos e familiares do caríssimo (todavia ao mesmo tempo justíssimo) D.O.M., em abril de 2013:

Acabo de chegar em casa após jantar de TRÊS HORAS no D.O.M.
Resumindo muito: merece mesmo ser um dos melhores restaurantes do mundo, não sei exatamente em que posição. Acho que seria exagero colocá-lo em primeiro, muito embora as especulações sejam essas. A nova lista sai agora dia 30, e o NOMA certamente perderá o primeiro lugar depois do episódio de intoxicação alimentar envolvendo centenas de clientes. Atala foi eleito uma das 100 personalidades mais influentes do planeta pela revista Time, de modo que está muito bem cotado para ocupar o trono. Não conheço os demais e seria burrice e demagogia falar qualquer coisa a esse respeito, mesmo sendo Dids, de modo que me calarei a este respeito e me limitarei a falar brevemente sobre minha experiência pessoal sobre o lugar.

Achei o ambiente ok, mas não gostei do fato das mesas para duas pessoas serem todas extremamente próximas umas das outras, de modo que é possível ouvir claramente toda a conversa dos coxinhas que sentam ao lado. Também é lugar muito escuro, com ar condicionado MUITO frio e que toca Adriana Calcanhoto, o que são deméritos. O atendimento é afetado sem ser verme, e a clientela em geral é extremamente jeca, o que me deixou bastante surpreso.

Quanto aos alimentos em si:

O couvert é uma fraude. R$ 38 para comer pão italiano (ótimo, todavia, R$ 38), pães de queijo e manteiga aviação + coalhada fresca + pasta de alho e batata maravilhosa e extrema. Só pedi porque imaginei que talvez pudesse ter algo diferente ou surpreendente (até tinha a pasta de alho, mas meio demais cobrar R$ 38 por pessoa por isso). Pelo menos tinha reposição infinita, coisa que um amigo chamado Hermano aprovaria. Aliás, o mais maravilhoso da noite foi ficar imaginando a reação de duas pessoas aos pratos e quantidades do DOM: Hermano e Flavito.

Pedimos o menu com 8 pratos. Havia menu children de 4 pratos por algo como 350 reais e menu de 8 pratos por algo como 490 reais, mas imaginei que como dificilmente voltaria lá, o melhor seria viver a experiência completa. Petite QUASE pediu o de 4 pratos alegando estar sem fome, mas acabou convencida rapidamente quando o casal na mesa ao lado recebeu o primeiro prato.

Antes dos pratos chegarem, recebemos um mil folhas de mandioca com creme de catupiri e redução de vinho do porto com um coquetel de licor de jabuticaba e espumante para harmonizar. Estava fantástico.

O primeiro prato do menu eram dois camarões grandes servidos com carpaccio de chuchu e tamarindo em cima de um molhinho chamado cajuína (quem já foi a Fortaleza sabe o que é: uma espécie de néctar de caju). Bem bom, mas nada espetacular. Todavia, bom começo, sobretudo por conta do COENTRO fresco e maravilhoso que explodia ligeiramente na boca dando aquela sensação de HMMMM QUE GOSTOSO.

Em seguida, carpaccio de palmito pupunha com vieiras cruas, molho de coral e azeite negro. Isso era EXTREMO. Tudo era muito maravilhoso demais, esse tal molho de coral quase me fez LAMBER o prato (que não era um prato, era uma LASCA DE PEDRA).

Depois, ostras empanas com farinha de mandioca com ovas de salmão e sagu de tapioca. Pra mim, o ponto alto da noite. Eu poderia comer uns 10 desses troços e não enjoaria. Tudo era bom demais – e ainda tinham uma pimenta maravilhosa temperando tudo que explodia na boca mas sumia rapidamente, não arruinando o sabor de nada.

Depois: arroz negro levemente tostado com legumes verdes e leite de castanha do Pará. Entre os legumes havia o aspargo, o brócolis, o pimentão, o aipo, o alho poró e um troço meio mágico, que não identificamos, mas era branco translúcido e havia sido dolorosamente cortado de modo a parecer uma espinha de peixe. Tinha gosto meio de hortelã meio de maça, refrescante e picante e difícil de identificar. Até aqui, só sucessos.

Pintou então um peixe chamado cavalinha servido com sautée de palmito pupunha e cogumelos frescos, com molho de limão e mel de abelha. Era de chorar.

Daí meio que rolou um STILL, com prato de bacalhau confitado e maionese de leite, acompanhado de cebola em conserva e a pele do próprio peixe tostadinha que era OK. Duas ou três semanas comi bacalhau confitado muito superior no Bravin.

Então veio algo surpreendente: um fettuccine feito de palmito pupunha à carbonara. O carbonara em si era apenas muito bom, mas o fettuccine feito de palmito era de outro mundo (e parece ter dado um trabalho fudido).

Pra finalizar, stinco de cordeiro, um corte bem popular aqui em São Paulo, que é a batata da perna do bicho (que praticamente se esfolheava ao toque do garfo) com purê de cará, um molho doce de algo que não consegui identificar e castanha do pará ralada por cima. MUITO fatal.

Daí veio a grande decepção da noite, o aligot. Um amigo havia recomendado o alimento com furor, e na mesa ao lado vimos quando o garçom serviu, usando duas colheres, de forma quase acrobática, o purê de batata com queijo minas frescal e gruyère. Quando chegou a nossa vez achamos sem gosto de nada e pesadão. Fez as vezes de “prato de queijo” num menu francês tradicional, mas na opinião de Um Dids e Uma Petite, fez muito feio. Se tivessem servido só uma fatia de queijo minas e outra de gruyère teria sido melhor.

Então vieram as DUAS sobremesas para redimir tudo:

Primeiro, cubos de abóbora levemente grelhados com sorvete de tapioca, espuma de sei lá o que molinha e deliciosa, um cristal de açúcar levemente explosivo e uma trilha de ervas carbonizadas que, a princípio, só de olhar, pareciam alto migué, mas na boca, meu amigo, que coisa mais fantástica.

Pra fechar com chave de ouro: bolo de castanha do Pará (apenas ok) coberto com sorvete extraordinário de Jack Daniels, calda de chocolate amargo manchando o prato, folhas de rúcula selvagem, sal, curry e pimenta. Esse foi pra matar o Dids.

Acompanhando tudo isso, pedimos um espumante que conhecemos e gostamos, o 130, da Casa Valduga. Custou R$ 200, o que é extremamente honesto, levando-se em conta que comprado na própria vinícola saía por R$ 80 em 2009 e era comum achar por preços entre R$ 120 e R$ 150 no comércio local em Porto Alegre.

Tomamos, também, três garrafas de água São Pellegrino (ou foi o que nos cobraram), sendo que cada uma por R$ 15.
Total da conta (morte total e irrestrita): R$ 1436 e uns quebrados.

Ótima refeição e valeu cada centavo.

Levando-se em conta que comemorávamos seis anos de namoro, achei que foi até barato.