PRISON ARCHITECT: Em termos de videogame, sempre preferi os consoles aos computadores, embora recentemente tenha me rendendo a alguns títulos, mais notadamente este, um jogo independente, com grande comunidade ativa em prol de ajustes e melhorias, que nada mais é que um simulador de prisão. O bagulho é extremamente complexo, abrangendo desde a construção de paredes, dimensionamento de quadro elétrico e instalação de canos até aspectos relativos à variedade e qualidade da comida oferecida e o rigor das punições aplicadas aos detentos. O resultado é uma espécie de Sim City misturado com aquário (ou uma daquelas fazendas de formiga, que nunca possuí, mas sempre admirei), algo que dragou minha atenção de tal maneira nos últimos meses do ano passado que teve dias que passei quase 10 horas fazendo apenas isso, sem perceber o tempo passar. O resultado é que apesar de ter jogado menos de 20 dias, possuo 171 horas contabilizadas de jogo.
VEREDITO: MAIS FORTE QUE CRACK
CLASH OF CLANS: Joguinhos de celular nunca fizeram muito a minha cabeça, nem mesmo o famoso SNAKE do começo dos anos 2000, e a verdade é que não lembro bem porque baixei e como comecei a jogar esse troço – mas lá se vão uns bons 3 anos. Esse é o seguinte: o cara constrói uma vilinha e tem que ficar se defendendo de ataques de exércitos que incluem vikings, valquírias, arqueiros, gigantes, goblins, balões, dragões, golems, bruxas e outros seres fantásticos. Alternativamente, também é possível atacar outras vilas atrás de recursos, que serão então revertidos para construir vilas mais seguras (instalando canhões, torres de arqueiros e outras armas, construindo muros e escondendo armadilhas). Tudo acontece online, jogador contra jogador, num estilo todo cartunesco, caricato e infantil. Cheguei a integrar um clã de iraquianos e paquistaneses certa feita, mas a coisa acabou ficando meio pesada quando os caras entraram numas de defender o ISIS e eu pulei fora.
VEREDITO: MAIS FORTE QUE JOHN PLAYER SPECIAL
FIFA 2012: Quando mencionei que estava namorando a ideia de adquirir um PS3, vários anos atrás, meu irmão me fez a seguinte indagação: “Tu tem certeza que quer pagar mil reais só pra jogar FIFA?” Após ponderar, comprei não apenas o PS3 com o FIFA da época (que era o 2011), como também o meu primeiro (e até agora único) televisor HD. Essa parábola representa a minha estima pelo jogo. Costumo jogar FIFA sempre no modo CAREER, o mais profundo de todos, e sempre escolho um time europeu da segunda divisão, pra ter mais longevidade e possibilidade de contratação de jogadores. Salvo engano, joguei o FIFA 11 até meados de 2014, quando cheguei ao fim das 15 temporadas. Em seguida adquiri o FIFA 12 por um preço tremendamente camarada, e atualmente estou na metade da 14ª.
VEREDITO: MAIS FORTE QUE CHARUTO DE MACUMBA