la trappe quadrupel

posted on May 12, 2009 in holandesas, quadrupel

latrappe
MICRO-PERFIL
La Trappe Quadrupel
Origem: Holanda
Graduação Alcoólica: 10%
Apresentação: Garrafa de 750ml
Preço: R$ 49,70

CARDOSO: Com a cor mais bonita de todas as cervejas que já servi ou vi sendo servidas, esta QUADRÚPEDE bordô botou banca, mas não convenceu. Àquela altura da noite nos pareceu extremamente RALA para uma cerveja que leva QUATRO vezes o volume de MALTE que uma receita comum. Além disso, os perfumes de frutas velhas, lúpulo e URINA CANINA não se mostraram tão marcados. Diversas coisas podem ter contribuído para esta pequena catástrofe, mas prefiro atribuí-lo mais aos excessos de expectativa e densidade alcoólica no sangue do que à falta de qualidade na fórmula da La Trappe. Boto fé que é uma boa cerveja. Por conta de tudo isso, sugeri que a degustássemos novamente em um futuro encontro, de preferência no começo da noite, só pra tirar a teima. Enquanto isso não acontece, influenciado largamente pelo péssimo custo benefício, deixo-a com minguadas 2,5 tampinhas de 5.

NATÃO: Algo estranho aconteceu ao provarmos essa cerveja. Dona da melhor garrafa vista até agora, a La Trappe Quadrupel foi a ceva mais esperada da noite. Apesar da ansiedade deixamos essa ceva para ser degustada no final devido ao seu estilo. Com muita alegria vimos a cor marrom escura (sim, conseguimos ter basicamente duas cores de ceva essa noite) preenchendo o copo enquanto a espuma se formava. O aroma trapista não se destacou mas mostrou que essa cerveja seguia um bom caminho. Porém, ao provarmos, a impressão geral foi de decepção. O sabor que predominava era o doce e, sendo doce demais, não se podia notar os diferentes sabores que costumam compor uma trapista. Na verdade custamos a acreditar que uma trapista, quadrupel, que fica por anos na abadia antes de ser vendida, pudesse incorrer em um erro tão comum. Mas até o final do copo a impressão de todos seguiu sendo a mesma. Ainda assim é uma cerveja muito boa, a nossa decepção se deve ao nível desta cerveja e, consequentemente, ao grau de exigência que tivemos com ela. O Cardoso propôs que provássemos novamente esta cerveja em uma outra ocasião, considerando o valor talvez demore um pouco, mas acho que é válido. 3 tampinhas de 5.

CAON: Eu estava bem feliz de experimentar essa ceva, pois finalmente ia ter uma La Trappe no meu copo novinho da La Trappe. Nos preparamos pro ponto alto da noite, servimos e… nada de mais. O nome é imponente, a garrafa é linda, mas é uma baita decepção dizer que ok, ela é uma boa ceva, mas estávamos esperando muito mais. Na própria mesa tinham outros exemplos de cervejas mais acessíveis e com muito mais personalidade que a LTQ. Ela me pareceu, em comparação com as outras, não exatamente aguada, mas suave demais, quando o que esperávamos era uma explosão de sabores que todo o malte e o açúcar usados em uma receita forte como essa deveriam proporcionar. Pensando junto com o custo benefício, dá pra fazer aquele trocadalho do carilho sem graça e dizer que ela é uma bad trap. 2,5 tampinhas de 5 e um anti-clímax daqueles.

março/09 - tripel e quadrupel parte 2

posted on April 24, 2009 in quadrupel, tripel

ninkasi_mar_09

O esperado encontro de março da nossa controversa confraria foi encontrar o apartamento do Cardoso e sua Petite em estado de BRINCO: há coisa de duas ou três semanas uma reforma COMPLETA havia finalmente sido concluída, deixando apenas o DORMITÓRIO - e apenas por gozar de excelente estado - de fora da revolução. Em outras palavras: sala, banheiro e cozinha estavam ESTALANDO de novos, ainda emanando aquela aura morna de NOVIDADE.

Naquele belo fim-de-tarde/começo-de-noite de verão, novamente nos DIRIGIRÍAMOS (bela flexão) ao velho Costi Bebidas de guerra, mas dessa vez uma série de pequenos e médios contratempos contribuiriam para deixar ainda mais FOLCLÓRICA o nosso tão esperado encontro.

Mas vou deixar que o Natão e o Caon falem um pouco sobre isso:

CAON: “Ao invés de fazer o encontro no dia 10, como seria de praxe, a rapeize resolveu enfrentar as parascavedecatriafobias e as frigatriscaidecafobias e chamou no Dia de Jason™ pra fazer um novo test drive de combustíveis belgas e assemelhados. Pior decisão do universo: começamos enfrentando um engarrafamento de mais de uma hora por causa de um bando de evangélicos emulando um Fórum Social Mundial e quase não conseguimos chegar a tempo de comprar nossas cevas. Praise god que o pessoal da Costi Bebidas foi - como sempre - super gente fina com a gente. Novamente pedimos desculpas a vocês, equipe da Costi Bebidas, por chegarmos quase no horário de fechar a loja. A culpa foi da Cruzada de Fogo Benny Hinn.

ninkasi_jason

Entre belas cevas e copos novos também comprados lá, começamos a degustação sem maiores problemas. Isso, claro, até o momento em que surgiu um troll ruivo na mesa. Dizem as más línguas que era parente do Cardoso, mas eu não quero acreditar. Pois bem, o dito cujo foi responsável pela queda da mesa inteira, quebrando vários copos, quase detonando uma garrafa de ceva e fazendo a bagunça geral na confraria. Devíamos ter esperado até a meia noite pra começar, gente.

Quanto às cevas em si, acredito que tenhamos feito um encontro muito mais equilibrado que o anterior, mesmo que tenhamos mantido o tema. O conjunto escolhido foi muito mais agradável e consistente, não tive a sensação de montanha russa do outro, e todas as cevas eram no mínimo agradáveis. Precisa dizer que eu curti horrores?”

NATÃO: “Estamos no terceiro encontro, seguimos aprendendo muito e já estamos incorporando alguns costumes. É interessante ver a evolução de cada um de nós a cada encontro, aos poucos termos vão se tornando comuns, práticas de degustação vão se tornando naturais e as notas para os posts vão se tornando mais objetivas. Fico com a impressão de que cada encontro foi melhor do que o anterior. Neste encontro a escolha das cervejas pareceu bem equilibrada, a ordem de degustação foi acertada e, fora o fato de termos derrubado a cozinha americana do Cardoso, a noite transcorreu tranquilamente. Gostei muito do tema das duas ultimas noites (cervejas fortes) que esvaziou os nossos bolsos mas nos encheu de alegria com cevas triples, quadruples e trapistas. Aguardo ansioso o momento de definirmos os próximos temas e de nos reunirmos novamente.”

Retomo a palavra apenas pra dizer que SIM, pegamos um engarrafamento descomunal por causa de algum tipo de aglomeração CRENTE na cidade; SIM, chegamos uns 4 minutos antes da loja da Zona Sul da Costi Bebidas fechar e mesmo assim fomos incrivelmente bem recebidos; e SIM, derrubamos a bancada da cozinha americana recém instalada no meu apê de uma maneira totalmente inesperada.

Por sinal, conseguimos a façanha de varrer o ANTEPENÚLTIMO caco de vidro JUSTAMENTE quando Petite retornava à casa depois de uma jornada extenuante de trabalho. Mais: apesar do TOMBO formidável, apenas quebraram-se os meus DOIS COPOS DE CEVA (um bagaceiro que eu havia comprado no Zaffari; outro profi que eu acabara de arrecadar no Costi) e alguns outros copos que estavam sendo usados para bebericar um MONÓXIDO DE DI-HIDROGÊNIO esperto, introduzido pela primeira vez nos encontros com a missão de limpar a garganta da rapeizo e colaborar na sua nobilíssima luta contra a ressaca (obs: funciona).

De qualquer forma, apesar das BAIXAS, foi uma bela noite.

De fato a mais EQUILIBRADA so far, e uma das mais satisfatórias do ponto de vista PALATAL.

E o melhor de tudo, mesmo, é que Petite não ficou COMPLETAMENTE INJURIADA com a destruição.

Aliás, nem rolou uma CARRASPANA violenta pra cima de mim.

Nem um CHIADO.

Nem um PIO.

No fim das contas, a sexta-feira 13 acabo não sendo assim tão desastrosa.

tampinhasmars

Degustadas:

- St Druon (6% - 375ml - R$ 9)
- Dado Bier Belgian Ale (8,5% - 355ml - R$ 6,80)
- Jenlain Nº Six (6% - 650ml - R$ 20,20)
- Achel Trappist Blonde (8% - 330ml - R$ 17,70)
- Trappistes Rochefort 6 (7,5% - 330ml - R$ 16,80)
- Anner Libertadora Red Ale (8% - 600ml)
- Achel Trappist Brune (8% - 330ml - R$ 17,70)
- Chimay Red (7% - 330ml - R$ 19,80)
- Eisenbanh A Dama do Lago (9% - 375ml - R$ 22,75)
- La Trappe Quadrupel (10% - 750ml - R$ 49,70)

Convidada de honra:

- Baden Baden Red Ale (9,2% - 600ml - R$ 7)

Rodada de fogo:

- Mocinha (? - 600ml - R$ 3,90)

urthel samaranth quadrium

posted on March 24, 2009 in belgas, quadrupel

urthelsamaranth
MICRO-PERFIL

Urthel Samaranth Quadrium
Origem: Bélgica
Graduação Alcoólica: 11,5%
Apresentação: Garrafa de 750ml
Preço: R$ 50,40

CAON: As Urthel já tinham me chamado a atenção pelas ilustrações dos rótulos, que não lembram nem um pouco uma garrafa de cerveja. Fomos direto na mais forte da linha deles, uma quadrupel com teor alcoólico lá em cima. Ela lembra um pouco a Anner Maria Degolada, mas com um enfoque mais no corpo que no aroma, o que é estranho para uma cerveja belga. O corpo equilibra o adocicado do malte e os amargos do lúpulo com competência. É uma bela ceva, mas eu esperava um pouco mais. Junto com o custo/benefício dela, a nota acaba reduzida para 3,5 tampinhas de 5.

CARDOSO: Docinha e amargosa na mesma proporção e com a força de 8 a 10 CONNAN, essa ceva nos pegou em estado etílico TÃO exacerbado que nos rendeu a seguinte frase CABAL, proferida pelo Caon: “Mulher ovulante, perigo constante”. No BOUQUET da querida encontrei CRAVO e GUARANÁ SILVESTRE, e ainda o mesmo bom cheirinho de mijo de cão nas profundezas. No tocante ao aspecto visual, era mais que evidente a COR DE CASTOR MACHO, característica que a aproximava sobremaneira (agora sim) da Anner Maria Degolada. Por conta disso tudo é possível dizer que vivemos um belo CASINHO DE VERÃO, mas nada que chegasse muito perto de uma verdadeira HISTÓRIA DE AMOR. 3 tampinhas de 5.

NATÃO: O que se deve esperar de uma cerveja que possui um gnomo no rótulo e que se chama Urthel Samaranth?! Se deve esperar o melhor. Praticamente compramos a ceva por causa destas particularidades e porque sua graduação alcólica fez com que ela entrasse no tema da noite. Porém a desgutação mostrou que essa é uma ceva de qualidade e com características únicas. No quesito apresentação essa ceva leva todas, garrafa tampada com rolha, 750ml de liquido precioso e um gnomo no rótulo. Mas não para por aí, a cor laranja-dourado é única e a espuma escura (apesar de não parecer na foto) completou o quadro. O aroma não se destacou, mas todos os nossos temores foram dissipados ao primeiro gole. O sabor é intenso e complexo, começa doce mas deixa um sabor amargo na medida na boca. Unanimente aprovada pelos confrades, esta ceva encerrou bem o encontro da confraria (o trago que se seguiu não conta). 4 tampinhas de 5.

fevereiro/09 - tripel e quadrupel parte 1

posted on February 20, 2009 in quadrupel, tripel

ninkasifevereiro

Ainda mergulhados na LAVA VAPORÍFERA que Porto Alegre insiste em se tornar nestes meses de verão, decidimos pelo caminho mais difícil nesta segunda edição da Ninkasi. Explico: talvez fosse mais simples, barato e até APRAZÍVEL optar por uma segunda parte na degustação da refrescante cerveja de trigo, afinal de contas, Senegal ainda impera, o mercado é amplo e a oferta de rótulos incrivelmente FARTA.

Por outro lado, havia uma curiosidade muito violentíssima por parte de 2/3 da confraria (leia-se Natão e Cardoso) em relação às tripel, quadrupel e trapistas, cervejas preparadas geralmente na BÉLGICA (mas não apenas), que levam entre três e quatro vezes mais MALTE na sua receita.

Portanto, eis que venceu a voz da maioria, e nos lançamos novamente ao Costi Bebidas na busca dos preciosos VENENINHOS pesados que enfeitariam nossa noite. Como a loja da Zona Sul encontrava-se fechada num sábado em que tentamos antecipar a compra, desviamos a rota em direção da loja na FLORESTA, que vive num clima menos sofisticado que a CO-IRMÃ, porém com produtos e atendimento igualmente fenomenais.

Usando de matemática rápida, notamos que o custo da brincadeira sairia meio SALGADÍSSIMO demais pros nossos bolsos, então optamos por FRAGMENTAR a degustação de tripels, quadrupels e trapistas em DUAS etapas - a primeira, em fevereiro, at Natão’s House; a segunda, em março, no apartamento (reformado) do Cardoso.

Para manter uma média aceitável de 10 rótulos por encontro, nos vimos obrigados a coletar algumas outras FIGURANTES para a degustação, incluindo uma weizenbock, uma amber lager, uma tcheca que leva a fama de VIAGRA NEGRO, uma castelhana preparada com uma fruta típica do sul da América e uma nova Dani Weiss gentilmente cedida pelo Rogério Costi que, para tristeza geral da nação, fracassou novamente - comentários mais detalhados nos próximos dias.

Fora isso, a palavra de ordem da noite foi EQUILÍBRIO. Praticamente todas as cevas que tomamos eram impecáveis. Ainda que fortíssimas em termos de graduação alcoólica, de nenhuma delas se poderia dizer que viraram um golão de cachaça dentro do copo. O sujeito mamava bonito sem se dar conta do perigo que estava correndo. Cores incríveis, cheiros marcantes, sabores inesquecíveis. Foda mesmo foi o dia seguinte. Melhor nem lembrar.

Na real estava tudo indo muito bem até abrirmos a Urthel Saramanth, que nos deu GANAS de comparar com a Wäls, e também com a Rochefort, e já que estávamos nesse clima, que tal abrir também a Westmalle? O SPEED DRINK dessas três long necks na finaleira foi, literalmente, a nossa ruína.

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Como última curiosidade, este foi o primeiro encontro em que introduzimos a RODADA DE FOGO. Funciona da seguinte forma: o ANFITRIÃO da vez é obrigado a escolher a PIOR cerveja que conseguir encontrar pelo caminho para QUEBRAR o clima maravilha da noite e nos fazer valorizar ainda mais a beleza da boa cerveja. A escolhida para estrear os trabalhos foi a tenebrosa SOL, em versão SHOT, sobre a qual discorreremos com mais propriedade em alguns dias.

Para encerrar esta abertura, destaco as impressões gerais dos demais confrades sobre a noitada de fevereiro:

CAON: Eu, sinceramente, estava com uma grande expectativa para fazer nosso novo encontro, não só pelo prazer de beber de novo com grandes amigos, mas também porque nosso novo tema prometia. Porém, a experiência de degustar cervejas fortes foi uma montanha russa. Ao contrário de nossa degustação de cervejas weiss, que teve um grande equilíbrio e trouxe vários exemplos bons do estilo, a tendência nesse encontro foi a do exagero. As cervejas boas foram incríveis, enquanto outras foram simplesmente unidimensionais em termos de sabor, tocando o horror em algum de seus componentes - amarga demais, doce demais, entre outros - e errando feio.

NATÃO: A primeira etapa da noite deu muito certo. Havíamos comprado cevas demais e decidimos beber apenas uma garrafa de cada. Sem dúvida foi o nosso melhor encontro, bebemos muitas cevas excelentes e, diferente do encontro das weiss que foi muito linear e equilibrado, esse encontro foi uma montanha russa com cervejas pendendo muito para uma característica do sabor. Falando em montanha russa me lembro dos confrades, com todas aquelas cevas fortes eu diria que a segunda etapa da noite foi dispensável.

tampinhasfevereiro
Degustadas:

- Eisenbahn Fünf (5,4% - 355 ml - R$ 4,95)
- Leffe Brune (6,5% - 330ml - R$ 6,70)
- Weihenstephaner Vitus (7,7% - 500ml - R$ 14,75)
- Austral Calafate Ale (5% - 330ml - ???)
- Wäls Tripel (9% - 355ml - R$ 10)
- Westmalle Tripel (9,5% - 330ml - R$ 26)
- Trappistes Rochefort 8 (9,2% - 330ml - R$ 19,10)
- Primator Double 24% (10,5% - 500 ml - R$ 16,20)
- Urthel Saramanth Quadrium (11,5% -750ml - R$ 50,40)

Rodada de fogo:

- Sol Shot (4,8% - 250ml - R$ 0,99)

anner maria degolada special

posted on February 1, 2009 in brasileiras, quadrupel

annermariadegoladaMICRO-PERFIL
Anner Maria Degolada Special
Origem: Rio Grande do Sul/Brasil
Graduação alcoólica: 14%
Apresentação: Garrafa de 600ml

CAON: É a nossa cerveja mais forte, a primeira leva feita tem 14% de álcool. Junto com seu fermento especial e uma mistura de temperos (gruit) que vão no tanque de fermentação, ela foi feita para degustar aos poucos, em ocasiões especiais.

CARDOSO: Maior cerveja do mundo. Se aos seres humanos fosse permitido fazer mudanças no seu sistema para funciona de formas alternativas, eu adaptaria o meu para ser capaz de alimentar-me unica e exclusivamente desta fabulosa QUADRUPEL. Ótimo perfume de lúpulo e essências, coloração deveras semelhante à Don de Dieu (ainda que num tom sensivelmente mais ACOBREADO), consistência licorosa quase STICKY e um sabor que domina a bocarra de formas incontestáveis. Pra mim o show vale 5 tampinhas de 5.

NATÃO: Não esperávamos tamanha honra. Foi a melhor ceva para encerrar a noite. Esta edição limitada da Anner mostra que cevas devem ser feitas com criatividade. Neste caso o que torna o seu sabor único é uma mistura de temperos aliada ao malte extra. Assim temos uma triple (ou até quadrupel segundo o caon) bem turva, bem aromática e muito saborosa. Depois dessa, fomos dormir satisfeitos. 3 e 1/2 tampinhas de 5.