{"id":398,"date":"2017-04-29T03:31:47","date_gmt":"2017-04-29T06:31:47","guid":{"rendered":"http:\/\/qualquer.org\/dids\/?p=398"},"modified":"2017-04-29T03:46:41","modified_gmt":"2017-04-29T06:46:41","slug":"o-faraco-no-linkedin","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/qualquer.org\/dids\/2017\/04\/29\/o-faraco-no-linkedin\/","title":{"rendered":"o faraco no linkedin"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o quero explicar porqu\u00ea, mas \u00e9 fato absoluto que nutro grande carinho pela rede social LinkedIn. N\u00e3o entro quase nunca, n\u00e3o leio quase nada. N\u00e3o serve pra muita coisa. Devo estar l\u00e1 h\u00e1 quase uma d\u00e9cada e nunca ningu\u00e9m me chamou pra coisa alguma. Digo, nunca um cabra ofereceu-me um emprego. Nem sequer um trabalho. Algumas pessoas chegaram at\u00e9 a me pedir. Outras, tipo uns prot\u00e9ticos do interior do Paran\u00e1, uns vendedores de loja de shopping de celular em Sorocaba e uns assistentes de raio-X de Macei\u00f3\u00a0eu nunca entendi porque me quiseram em sua\u00a0rede de contatos pra come\u00e7o de conversa.<\/p>\n<p>At\u00e9 que o LinkedIn teve um agito uns 5 anos atr\u00e1s quando meio que jogavam na tua cara sempre que\u00a0tu entrava no site uns quizzes que tu l\u00e1 pelas tantas enchia o saco e meio que respondia, que basicamente consistiam em perguntas de resposta r\u00e1pida (sim ou n\u00e3o) sobre as habilidades espec\u00edficas de um dos teus companheiros. T\u00e1, beleza, o cara manda bem no marketing digital. \u00c9, \u00e9, a mina se garante de social media. Arr\u00e3, arr\u00e3, teu pai capricha no charmoso &#8220;blogging&#8221;. Vai fundo, \u00e9 isso a\u00ed. Da\u00ed como esse massacre era pra todo mundo, quando o cara entrava l\u00e1 sempre tinha pelo menos umas 20 mensagens (&#8220;essa catrefa toda a\u00ed disse que tu \u00e9 o cara do branded&#8221;), a\u00ed rolava aquele afaguito no ego, tu todo se animava, beleza, e coisa e tal, mas, l\u00e1 pelas tantas, a mania passou. Da\u00ed os cara at\u00e9 mudaram a interface do site, ficou toda mais neutrona e cinzenta, e a\u00ed ele voltou a existir de forma muito mais morta no meu horizonte pessoal.<\/p>\n<p>S\u00f3 que hoje rolou o seguinte: o Faraco me adicionou.<\/p>\n<p>Vi que o Faraco \u00e9 professor universit\u00e1rio. Achei massa, registrei o aceite e lembrei do seguinte: no dia em que eu o conheci, no hotel Arvoredo Residence, ele tocava\u00a0um baixo de forma levemente blas\u00e9, usando uma blusa de gola rul\u00ea, todo meio l\u00e2nguido, de bigode, enquanto eu entrevistava o J\u00fapiter Ma\u00e7\u00e3 no andar de cima (tratava-se de apartamento &#8220;duplex&#8221;) para um\u00a0document\u00e1rio que realizei com uma crew sobre o m\u00edtico audit\u00f3rio Ara\u00fajo Viana.<\/p>\n<p>Em algum momento tomamos um caf\u00e9.<\/p>\n<p>Depois dessa, encontrei pouqu\u00edssimas vezes o Faraco ao vivo, mas guardo essa lembran\u00e7a pitoresca como cart\u00e3o de visitas mental suficiente para consider\u00e1-lo excelente. Tomara que n\u00e3o seja um bandido! Se for vou me arrepender? S\u00f3 Jah sabe. A ver.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o quero explicar porqu\u00ea, mas \u00e9 fato absoluto que nutro grande carinho pela rede social LinkedIn. 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