{"id":243,"date":"2017-01-09T11:51:05","date_gmt":"2017-01-09T14:51:05","guid":{"rendered":"http:\/\/qualquer.org\/dids\/?p=243"},"modified":"2017-01-09T11:52:04","modified_gmt":"2017-01-09T14:52:04","slug":"micro-reviewing-1","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/qualquer.org\/dids\/2017\/01\/09\/micro-reviewing-1\/","title":{"rendered":"micro reviewing #1"},"content":{"rendered":"<p><strong>Mato sem cachorro<\/strong>: Apesar dos di\u00e1logos calamitosamente terr\u00edveis na cena do cl\u00edmax, n\u00e3o \u00e9 mau filme. Se tivesse sido feito\u00a0por Hollywood seria a com\u00e9dia rom\u00e2ntica\u00a0blockbuster daquele ano. Dito isto, claro que segue uma formulinha f\u00e1cil, que d\u00e1 uma cara constante de &#8220;j\u00e1 vi esse filme antes.&#8221; Mesmo assim tem atua\u00e7\u00f5es muito decentes, algumas \u00f3timas ideias e boas cenas, com destaque para tudo que envolve a banda do cunhado do protagonista.\u00a0Classifica\u00e7\u00e3o: <strong>BOA COM\u00c9DIA PARA O SUPERCINE<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Hells Kitchen Brasil<\/strong>: O programa de culin\u00e1ria mais brasileiro em exibi\u00e7\u00e3o atualmente. \u00c9 tudo brutalmente tosco: a apresentadora (que n\u00e3o sabe nem portugu\u00eas direito, fala tudo errado, \u00e9 inacredit\u00e1vel), os pratos, os participantes. No epis\u00f3dio que vi eles finalizavam um creme br\u00fbl\u00e9e de ch\u00e1 verde com um origami de papel por cima. Basicamente, as pessoas est\u00e3o competindo pra ver quem ser\u00e1 o melhor cozinheiro de quiosque de pra\u00e7a alimenta\u00e7\u00e3o de shopping do pa\u00eds. O resultado disso \u00e9 que mal posso esperar pelo pr\u00f3ximo epis\u00f3dio. Classifica\u00e7\u00e3o: <strong>TERRIVELMENTE VICIANTE<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Os Capones<\/strong>: O mesmo velho e cansado formato inaugurado pelos <em>Osbournes<\/em> e levado \u00e0 exaust\u00e3o pelas <em>Kardashians<\/em> \u00e9 agora usado para retratar os descendentes semi-diretos de Al Capone, um monte de gord\u00e3o burro que mant\u00e9m uma pizzaria nos Estados Unidos. A ideia at\u00e9 parece boa, mas \u00e9\u00a0tudo t\u00e3o fake e caricato, e os protagonistas e coadjuvantes s\u00e3o t\u00e3o desprovidos de carisma\u00a0que n\u00e3o chega a ter a menor gra\u00e7a. Classifica\u00e7\u00e3o: <strong>DECEPCIONANTE\u00a0PRA CARALHO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Animais Noturnos<\/strong>: Fui ao cinema sem saber absolutamente nada sobre o filme (minto: eu sabia que era dirigido pelo estilista Tom Ford) e sa\u00ed bastante satisfeito. Pela premissa, parece o pior filme do mundo: ruiva madurona em crise da vida adulta l\u00ea o livro de um grande amor do passado. Mas na pr\u00e1tica funciona muito bem. O livro do cara \u00e9 excelente, e a tens\u00e3o que a personagem experimenta lendo cada p\u00e1gina \u00e9 transferida de forma muito precisa para a telona. Sem contar que o filme \u00e9 muito, muito bonito, ao mesmo tempo que \u00e9 muito, muito pesado. Classifica\u00e7\u00e3o: <strong>COMPREI UM CHAP\u00c9U, COLOQUEI O CHAP\u00c9U, TIREI O CHAP\u00c9U<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mato sem cachorro: Apesar dos di\u00e1logos calamitosamente terr\u00edveis na cena do cl\u00edmax, n\u00e3o \u00e9 mau filme. Se tivesse sido feito\u00a0por Hollywood seria a com\u00e9dia rom\u00e2ntica\u00a0blockbuster daquele ano. 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