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    B-NEGÃO

    Mas o problema é que o reggae aqui no Brasil é muito conservador. Aqui só rola aquele reggae bem MPB, que não sai disso. Fora isso, dificilmente pega mais, não vai nem pro dub. Senão já é visto como parada de maluco.


    PIOR QUE GETÚLIO, MELHOR QUE O RESTO

    “Mas e esse cabelo, Serguei?” e eu falei “É cabelo colado com bonder! É um pouco do meu cabelo de verdade, pra fazer volume.” Fica bonito assim. Tipo mega hair. Uma vez a Roberta Close dormiu lá em casa, cada um pra um lado, eu fiquei catando fios de cabelo dela na minha cama, pra colar em mim… que que eu falei mesmo?


    TONHO CROCCO

    A Ultramen por exemplo, que é uma banda que mistura vários ritmos, vários estilos de música, a gente tem vontade de acabar com esses preconceitos. Por que que o cara que gosta de rap não pode gostar de metal? E o cara que gosta de reggae não pode gostar de música gaúcha, por exemplo? Então, uma das funções da bandeira da Ultramen é isso.


    LAERTE NA FUNARTE

    [caon]: (Apresentando) Laerte, Cardoso…

    [LAERTE]: Ê! Cardoso!

    [caon]: Cardoso, Laerte…

    [cardoso]: Prazer…

    [LAERTE]: Cardoso, prazer!

    [galera]: E tu lê o COL?

    [LAERTE]: Hein?


    JORGE OTÁVIO PINTO POUEY DE OLIVEIRA AKA FRANK JORGE

    Essa frase aí eu ouvi e passei pra minha mulher pra ela ouvir também, porque era muito engraçado, né cara? Tu vê o cara do nordeste dizendo: “O manguebit que se foda”. Essa frase é um marco. Tipo assim: pô, afudê o manguebit. Merece? Tá, merece mas era legal um cara lá do nordeste me dizendo “o manguebit que se foda”.




    André Czarnobai . Tosqueira Websites 2006 . Melhor visualizado em FireFox . 800 x 600 OR DIE